Cancún, também chamada de Cancum, é uma cidade balneária que fica na costa do estado de Quintana Roo no México, em uma península que se tornou um dos centros turísticos mais importantes do mundo, tendo conseguido preservar suas belezas naturais e sua cultura ancestral, representada principalmente em cidades maias, como Tulum, Uxmal ou Chichén Itzá, fundadas no período pré-colombiano.
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Em Cancún existem cerca de 22 quilômetros de praias de areia fina, divididos entre a lagoa e o mar. As espetaculares ruínas, as praias fascinantes, a vegetação exuberante, os parques cheios de shows e entretenimento como X-Caret e Xel-ha , o clima excepcional, a surpreendente fauna marinha, a estrutura hoteleira e as divertidas noites fazem de Cancún um dos destinos turísticos mais visitados do mundo.
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Originally known as Ekab ("Black Earth"), what is now the northern district of the state of Quintana Roo was thickly populated by people who spoke the language now known as Maya when the Spanish arrived, according to the conquistador Bernal Díaz del Castillo. In the years after the Conquest, most of the population died off or left as a result of disease, warfare, piracy, and other famines, leaving only small settlements on Isla Mujeres and Cozumel Island
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The city of Cancún resulted from a 1967 study by Banco de México to determine the feasibility of capturing more dollars and other foreign exchange through tourism development. Although the story goes that Cancún was picked by a computer, it was actually selected after extensive research and exploration by the bank's researchers. Banco de México obtained a $27 million loan from the Inter-American Development Bank to install the first infrastructure
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When development was started on Jan. 23, 1970, Isla Cancún had only three residents, caretakers of the coconut plantation of don José de Jesús Lima, who lived on Isla Mujeres, and there were only 117 people living in nearby Puerto Juárez, a fishing village and military base.
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Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada no estado mexicano de Iucatã. Chichén Itzá, a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e económico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkán, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitetónico.
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A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia. O nome Chichén-Itzá tem raiz maia e significa "na beirada do poço do povo Itza". Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455. Foi declarada Património Mundial da Unesco em 1988.
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O Chichén Itzá foi eleito em Lisboa, no dia 7 de Julho, pelos organizadores da campanha New7Wonders, uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo. A campanha não foi oficializada pela UNESCO, mas o Chichén Itzá pode ser considerado uma das novas maravilhas do mundo.
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Northern Yucatán is arid, and the interior has no above-ground rivers. There are two large, natural sink holes, called cenotes, that could have provided plentiful water year round at Chichen, making it attractive for settlement. Of the two cenotes, the "Cenote Sagrado" or Sacred Cenote (also variously known as the Sacred Well or Well of Sacrifice), is the more famous. According to post-Conquest sources (Maya and Spanish), pre-Columbian Maya sacrificed objects and human beings into the cenote as a form of worship to the Maya rain god Chaac. Edward Herbert Thompson dredged the Cenote Sagrado from 1904 to 1910, and recovered artifacts of gold, jade, pottery, and incense, as well as human remains.[7] A recent study of human remains taken from the Cenote Sagrado found that they had wounds consistent with human sacrifice
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Chichen Itza rose to regional prominence towards the end of the Early Classic period (roughly 600 AD). It was, however, towards the end of the Late Classic and into the early part of the Terminal Classic that the site became a major regional capital, centralizing and dominating political, sociocultural, economic, and ideological life in the northern Maya lowlands. The ascension of Chichen Itza roughly correlates with the decline and fragmentation of the major centers of the southern Maya lowlands, such as Tikal.
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O Templo de Kukulcán ou Pirâmide de Kukulcán, ou incluso «El Castillo» foi construído no século XII d. C., pelos maias itzáes na antiga cidade de Chichén Itzá, no território pertencente ao estado mexicano do Iucatã. É uma das principais estruturas do lugar
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Seu desenho tem uma forma geométrica piramidal, conta com nove níveis ou patamares, quatro fachadas principais cada uma com uma escadaria central, e um patamar superior terminado por um templo. Nesta construção rendeu culto ao deus maia Kukulcán ("Serpente Emplumada" na língua maia). Conta também com motivos que simbolizam os números mais importantes utilizados no calendário Haab (calendário solar agrícola), o calendário Tzolkin (calendário sagrado) e a roda calendárica. Cada uma das suas faces alinha-se com um dos pontos cardeais, e os 52 painéis esculpidos na suas paredes referem os 52 anos do ciclo de destruição e reconstrução do mundo, segundo a tradição maia.
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O alinhamento da construção da pirâmide permite observar diversos fenômenos de luz e sombra, os quais se produzem no seu próprio corpo durante os equinócios e solstícios cada ano. Assim, as grandes esculturas de serpentes emplumadas, que guarnecem a escadaria Norte, devido à forma como as suas sombras se projetam, parecem mover-se durante os equinócios da primavera e do outono.
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Em 1988, a (UNESCO) declarou a cidade maia de Chichén Itzá como Patrimônio da Humanidade.
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Em comparação com a pirâmide de Quéops no Egito, ou mesmo à pirâmide do Sol de Teotihuacán, as dimensões da pirâmide de Kukulcán são pequenas[4], mesmo a pirâmide de Tikal (69,7 m) é mais alta. Salienta pelas suas características arquitetônicas, os seus simbolismos calendáricos e astronômicos.
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Em 1566 a pirâmide foi descrita por frei Diego de Landa no manuscrito conhecido como Relación de las cosas de Yucatán; cerca de três séculos mais tarde John Lloyd Stephens descreveu os pormenores da arquitetura da pirâmide no seu livro Incidentes del viaje a Yucatán, publicado em 1843. Nessa época o sítio arqueológico de Chichén Itzá encontrava-se dentro de uma fazenda que tinha o mesmo nome, e era propriedade de Juan Sosa. O livro, decorado com litografias de Frederick Catherwood, amostra a pirâmide coberta de abundante mato pelas suas quatro faces. Existem fotografias tomadas a princípios do século XX onde aparece a pirâmide coberta ainda parcialmente de mato
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O Instituto Carnegie de Washington solicitou em 1924 licença ao governo mexicano para realizar explorações e reconstruções na zona de Chichén Itzá. Em 1927, com a assistência de arqueólogos mexicanos, começaram os trabalhos. Em Abril de 1931 procurando a confirmação da hipótese de a estrutura da pirâmide de Kukulcán se encontrar construída sobre outra pirâmide mais antiga, iniciaram-se os trabalhos de escavação e exploração, em que pese à reticência geral da época. A 7 de Junho de 1932 foi encontrada uma caixa com objetos de coral e obsidiana e incrustações de turquesa a um lado de restos humanos, os objetos exibem-se no Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México.
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Após longos trabalhos, em Abril de 1935 foi encontrada no interior da pirâmide uma figura de Chac Mool com incrustações de concha de nácar nas suas unhas, dentes e olhos; o recinto onde se realizou o achado foi batizado como "sala das oferendas ou câmara norte". A poucos metros, e após mais de um ano de escavações, em Agosto de 1936 foi descoberto um segundo recinto, o qual foi batizado como "câmara de sacrifícios", dentro do qual se encontraram duas fileiras de canelas humanas embutidas paralelamente ao fundo da câmara, e a escultura de um jaguar (Onça-pintada) de cor vermelha com 74 incrustações de jade que simulam no corpo as manchas características da espécie; os olhos são simulados com médias-luas da mesma pedra e os colmilhos e dentes em pederneira pintados de branco.
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No lombo encontrava-se um disco de turquesas o qual aparentemente servia para queimar copal; ambas as figuras têm a sua vista dirigida ao NNE (nor-nordeste).
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Como conclusão foi determinada a existência de uma pirâmide de medidas aproximadas de 33 metros de largo, de igual forma à exterior, com 9 embasamentos e uma altura de 17 m até o patamar do templo superior onde se encontraram o Chac Mool e o jaguar, estima-se que esta construção corresponde ao século XI d.C.
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Comparativo
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Raios
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Equinocio
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Concluídos os trabalhos foi construída uma porta de acesso na balaustrada da escadaria exterior da fachada NNE para facilitar o acesso aos turistas. A pirâmide interior mais antiga é referida como "subestrutura".
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O Templo de Kukulcán, principal estrutura de Chichén Itzá demonstra os profundos conhecimentos de matemáticas, geometria, acústica e astronomia que os maias possuíam. Ao ser uma sociedade inicialmente agrícola, os maias observaram detalhadamente o comportamento das estações, as variações das trajetórias do Sol e as estrelas, e combinando os seus conhecimentos, tê-los-iam registrado na construção do templo dedicado ao seu deus Kukulcán.
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Chichén Itzá
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Chichén Itzá - Cenote Sagrado
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Chichén Itzá
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Tulum ou Tuluum é um sítio arqueológico correspondente a uma antiga cidade muralhada maia. Situa-se ao longo da costa do Mar das Caraíbas, no sudeste do México, no estado de Quintana Roo, numa região conhecida como Riviera Maya.
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A fundação desta cidade parece remontar ao ano 564 de acordo com algumas inscrições encontradas. A cidade de Cobá, cujo apogeu ocorreu cerca de 650, utilizava Tulum como porto de pesca e talvez como porto comercial, para as trocas efectuadas com as cidades da região. Os artefactos de sílex, cerâmica do Iucatão, de jade e obsidiana da Guatemala e em cobre provenientes do planalto central mexicano, demonstram a importância destas trocas.
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Apesar de alguns vestígios que remontam ao período clássico maia, a grande maioria deles é do período pós-clássico tardio, i.e. cerca 1200. Frescos encontrados em alguns dos edifícios sugerem uma influência mixteca.
Tulum permanecia habitada à chegada dos conquistadores espanhóis, mas foi abandonada durante o século XVI.
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Esta cidade era designada pelos maias pelo nome de Zamá, que significa cidade da aurora. Tulum é também uma palavra maia para barreira ou parede, o que se entende facilmente pois a cidade encontra-se rodeada de espessa muralha protectora.
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Chichén Itzá
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Xel Há es un parque ecológico que posee el acuario natural localizado en el estado de Quintana Roo. Su naturaleza es una de las más exóticas del Caribe Mexicano por lo que se pude admirar una vasta variedad de flora y fauna de la región.
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A 122 km al sur de Cancún, y 13 km al norte de las Ruinas de Tulum, por la carretera Cancún-Tulum.
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O primeiro a identificar a cidade foi Juan Díaz, que em 1518 fazia parte da expedição de Juan de Grijalva. A sua descrição de Tulum é a de uma cidade rica e magnífica, à imagem de Sevilha na Espanha. No entanto, o primeiro estudo detalhado do sítio deveu-se aos famosos exploradores John Lloyd Stephens e Frederick Catherwood, que publicaram em 1843 o livro Incidents of Travel in Yucatan.
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La palabra Xel Há es una combinación de palabras mayas que significan entrada de agua o donde nacen las aguas, haciendo referencia a la geografía hidrológica del lugar.
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Durante los siglos VII al XII, Xel-Há fue un importante puerto mercantil maya, empleado como punto principal de intercambio comercial entre los navegantes de estas costas y las comunidades mayas de la región.
Una de las leyendas cuenta que este sitio fue creado por los dioses mayas, quienes complacidos con su mágica obra, su creación más perfecta, la nombraron Xel-Há.
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Actualmente, milhares de turistas visitam as ruínas de Tulum diariamente, sobretudo em excursões organizadas. Tulum é o terceiro sítio arqueológico do México mais visitado atrás de Teotihuacan e Chichén Itzá e à frente de Monte Albán
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Hoy en día el principal atractivo del parque de Xel Há es precisamente su caleta, la cual se forma con el río que fluye a través de las rocas y mezcla las aguas de mar con las frescas corrientes subterráneas de agua dulce. La caleta es un acuario natural donde habitan cientos de especies marinas, peces tropicales y una abundante flora. En una zona de la caleta existe un espacio para realizar nado con delfines.
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Tulum
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Cancun
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